Vídeos

 
 
Sabe-se que o desenvolvimento educacional compreende um conjunto de formação complexo e desafiador. O aluno é submetido a aprendizados da primeira infância até o ensino superior, no entanto, muitas das vezes, torna-se um agente passivo nesse ciclo. Sendo assim, a iniciação científica é extremamente válida para a participação efetiva desse estudante, que a partir do ensino fundamental pode inserir-se em um contexto de descobertas, tornando-se um agente ativo na sua formação e um ser social crítico e participativo.
 

O GEPIT, Grupo de Estudos, Pesquisas e Inovações Tecnológicas, então, atua com esse princípio desde 2014 quando foi concebido, que em meio a dificuldades conseguiram promover a iniciação científica na Escola de Educação Básica da Universidade Federal de Uberlândia (ESEBA / UFU). O grupo tem participação em feiras internacionais e nacionais, é reconhecido pela Associação Mineira de Pesquisa e Iniciação Científica (AMPIC), pela Instituto Brasileiro de Iniciação Científica (IBIC), pelo Centro Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além de ser certificado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
 

É sabido também que o aluno quando realiza pesquisa ainda na educação básica consegue aprimorar sua capacidade argumentativa, textual, de síntese, a curiosidade, a vontade por entender novos assuntos. Bem como a possibilidade de fazer pesquisa antes do ensino superior, momento em que essas atividades são recorrentes.
 

O projeto "Projetos de Economia Popular Solidária Incubados no Cieps/UFU: Análise da Feira Solidária e Família de Agricultores" é desenvolvido por alunos do 6º ano da Escola de Educação Básica da Universidade Federal de Uberlândia (ESEBA-UFU) que   participam da pesquisa científica sobre a Economia Popular Solidaria (EPS), realizada em parceria com o CIEPS/UFU. Esse projeto compõe uma das pesquisas desenvolvidas no Grupo de Estudos, Pesquisas e Inovações Tecnológicas (GEPIT), grupo que tem como eixo a Sustentabilidade em trabalhos de Iniciação Científica Júnior, com estudantes da Educação Básica.
 

Considerando o desenvolvimento da pesquisa, cujo pilar é a Economia Popular Solidária, inicialmente buscou-se entender melhor sobre este tema, analisando que antes seria necessário compreender os conceitos de economia e economia capitalista. Orientados pela pergunta de pesquisa "Quais são as etapas e os impactos do desenvolvimento de um projeto com base na Economia Popular Solidária incubado pelo Cieps/UFU?", tem-se o desenvolvimento do estudo considerando o objetivo de  investigar quais são as etapas e os impactos do desenvolvimento de um projeto com base na Economia Popular Solidária encubado pelo Cieps/UFU.
 

O trabalho vem sendo realizado ao longo do ano de 2020, apesar da pandemia obtiveram-se resultados significativos com o estudo, divulgados em eventos científicos por meio de artigos, resumos e relatórios, além da apresentação e elaboração de vídeos.

E no CIEPS teve Carnaval também, na Feirinha Solidária da UFU , com direito a músicas de diversos estilos, de samba-enredo a Paralamas do Sucesso, muita conversa boa, bolo de limão delicioso, produtos orgânicos de qualidade, descontração, suquinho de acerola e venda da cerveja artesanal Comuna, projeto também com o apoio do Cieps.

Você perdeu?
A Feirinha acontece todos os sábados, no Centro de Convivência do Campus Santa Mônica, de 08 às 12h.

Neste vídeo discursam Helder da Silveira, Pró- Reitor de Cultura e Extensão UFU, e José Rubens Laureano,FREPS.

Um Novo Homem é Possível em uma Nova Economia. É isso que aqueles e aquelas da Feira Regional sonham, e é por isso que lutam diariamente por uma alternativa no sistema, propondo novas formas de mercado. Viver e trabalhar dignamente é um direito, e por tanto, no dia do trabalhador, essa homenagem se faz tão necessária. 
Também veja a Galeria de Fotos (aqui) deste momento.   

Nesta segunda, 19/03, foram entregues cinco máquinas roçadeiras para serem compartilhadas entre os trabalhadores agroecológicos que participam da feirinha solidária da UFU. Estes instrumentos agrícolas tem alta potencia de energia e por isso podem auxiliar no melhoramento do tempo e da força de trabalho. As roçadeiras à combustão (gasolina) da marca Stihl foram adquiridas por recurso do CNPQ, enviado para o desenvolvimento de projetos do CIEPS. * Correção: No vídeo há uma pequena confusão com a data, corrigindo, a entrega das máquinas foi realizada no dia 19/03, segunda.

O filme faz parte da campanha permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida. 
Essa obra documental de Silvio Tendler, 2014, é uma continuação de" O Veneno está na Mesa I". Essa edição mostra as barreiras contrárias ao agronegócio e a indústria de agrotóxicos pelo Brasil. A agroecologia e agrofloresta são atividades que repensam a ligação do homem com a natureza.
No mês de aniversário da Feirinha Solidária do CIEPS podemos relembrar qual a nossa importancia na região enquanto uma alternativa de saúde e consciencia ambiental. 

Esse filme faz parte da Campanha permanente Contra o Agrotóxico e Pela Vida.
  A Obra documental "O veneno está na Mesa" de Silvio Tendler, 2011, evidencia as preocupações que o uso de agrotóxicos causa. Esses venenos amplamente utilizados em nosso país ( O Brasil é a nação que mais utiliza agrotóxicos no mundo desde 2008), mercado que enriquece multinacionais, são causadores de canceres e demais doenças quando consumidos ao longo do tempo. A intoxicação de trabalhadores rurais pelo manuseio direto com essas substancias cresceu 126% entre 2007 e 2011, conforme o levantamento do Sistema de Informação de Agravos de Notificações (Sinan). Ainda segundo essa fonte, 67, 4% de acidentes de trabalho estavam ligados ao uso de tóxicos agrícolas no mesmo período. O plantio e consumo dessas substancias continuam enveneando a população brasileira, com pouca ( ou nenhuma) vigilância ou orientação. Em muitos casos a pessoa que compra um alimento em mercados, por exemplo, sequer sabe da quantidade de agrotóxico que esta levando de brinde. 
Enquanto multinacionais armazanam milhões, sustentando a ostentação de alguns "privilegiados", a maior parte da população brasileira continua se alimentando de veneno.

.

Páginas